Vamos por partes: primeiro o que é essa tal de landing page? Bom, de maneira bem prática, esse termo americano é referente a uma página da internet que pode ser usada como a vitrine da sua marca onde todos os seus produtos ficarão expostos para o consumidor escolher qual comprar.

“Mas como eu começo a construir a minha landing page?”

Não se preocupe, você não fará isso sozinho. Existem ferramentas que poderão te ajudar a criar uma página com o domínio (nome) que você deseja. Algumas delas apresentam diversos modelos prontos de landing pages que funcionam bem, e economizam seu tempo e dinheiro. Destacamos essa economia porque você não precisará necessariamente contratar uma equipe de design, ou investir em algum curso de programação e conhecimento técnico para colocar sua página no ar. E realocar esse investimento em assuntos mais relevantes como no seu próprio produto ou divulgações.

Após escolher a ferramenta que te ajudará a pôr o seu domínio no ar, ou seja, online, você precisará traçar uma tática para que essa landing page fique atrativa aos olhos do consumidor. É muito importante organizar a forma que você exibirá os seus produtos e conteúdo de maneira estratégica.

Uma landing page focada em um produto único deve conter todas as informações sobre o mesmo a vista do cliente. De maneira que esse conteúdo não fique solto, ou espalhado. Crie uma linha de raciocínio entre os dados do produto para guiar o seu consumidor até o botão de compra. Deixe um parágrafo para cada assunto como: benefícios, maneira de usar, especificações do produto, informações de entrega e prazos. E por fim algum incentivo de compra.

Caso você tenha mais que um produto, colocar, por exemplo, uma fileira com produtos da mesma categoria, ou exibir uma galeria de produtos com a sinalização de “Mais vendidos”, te ajuda a criar um ponto de atenção para o consumidor se interessar pelo conteúdo geral do site. Cuidado na hora de escolher esses produtos, o interessante é destacar os que tem mais potencial de venda.

Informações sobre a sua marca são de bom tom. Mesmo que não seja a área mais clicada dos sites, é importante para o cliente ver que ele tem a opção de conhecer sobre a sua história se assim o desejar. Além disso, manter o canal de contato aberto com ele também é de extrema relevância. Para isso, não se esqueça de criar pelo menos uma aba mencionando formas de contato, como e-mail, whatsapp, ou telefone.

Falando em navegação, existe um termo chamado scroll, que é referente ao movimento do consumidor de literalmente descer com o mouse até o fim da sua página. Não se assuste em saber que uma grande parte dos consumidores dificilmente passam do segundo scroll, isso é, chegam de fato ao fim do site. Leve sempre isso em consideração na hora de escolher o que mostrar primeiro na sua landing page.

O tempo do usuário é precioso demais, você está com ele dentro do seu site, prestes a fazer uma compra, não deixe de passar nenhuma mensagem já no primeiro momento. Destaque seus melhores produtos, e escreva o que for de mais importante sobre eles nas primeiras seções. Use, se possível, gatilhos como esses descritos neste post, para incentivar o usuário a scrollar para uma próxima seção. Você pode fazer isso nomeando galerias, ou criando promoções no meio da página.

Deixe para o final as informações menos importantes, porém que você precisa que estejam visíveis para o consumidor.

Dica 1: Tenha CTAs espalhados!

Call to Action ou chamada para ação. Diversos estudos já mostraram que botões com incentivos a um movimento são altamente relevantes para a conversão. Principalmente aqueles que estejam no imperativo, como por exemplo: “Clique aqui”; “Compre agora”; “Saiba mais”.

Dica 2: Utilize a técnica de copywriting!

Diferente de uma redação publicitária, a copywriting é uma forma de escrever estrategicamente, usando gatilhos mentais, e juntando-os a um conteúdo de qualidade.

É uma maneira de se comunicar com base em fechar vendas ou ganhar lead.

A grande diferença entre uma copy e um texto publicitário é que o primeiro vem sempre com um “call to action”, já no segundo não é preciso ter. E como elemento principal de uma copy, o cta incentiva a todo momento o usuário seguir por um caminho. É como se ela desenhasse a jornada do cliente de acordo com a estratégia traçada, exemplo: baixar um material, cadastrar seu e-mail, seguir para o próximo post, ou próximo produto similar, dentre muitos outros.